30 dezembro 2009
28 dezembro 2009
23 dezembro 2009
Expediente
Natal 2009
Ele voltou, agora prá ficar
Serpentina 6
21 dezembro 2009
20 dezembro 2009
17 dezembro 2009
Pudimzim
Pudim de Natal de leite e vodka do Olaf
Ingredientes:
- 2 litros de leite de cabra
- 2 litros de leite de vaca
- 2 litros de leite de cobra
- 2 litros de leite de morcega
- 2 litros de leite de girafa
- 2 litros de leite de baleia (não, nada de incomodar sua vizinha, é do mamífero aquático mesmo)
- 2 litros de leite de côco
- 2 litros de leite de mamona
- 2 litros de leite de seringueira
- 2 litros de leite de aveia Davene (departamento comercial, favor entrar em contato para acertarmos o merchan)
- 40 gemas de ovos de pata manca da perna esquerda
- 100 folhas tamanho A4 de gelatina incolor
- 50 potes de gel para cabelo
- 100 litros de hipoglós sabor neutro
- 500 litros de vodka caseira levemente adocicada (mínimo 75% de álcool)
Modo de fazer:
Misture todos os ingredientes em uma piscina infantil cor azul calcinha (leitores, para mim também é um enigma a razão desta escolha, mas em se tratando de Olaf, é melhor não contrariar). Leve a uma câmara frigorífica de matadouro por no mínimo 12 horas. retire do freezer, coloque um maiô (biquíni, fio dental, o que mais estiver de acordo com o seu tipo físico) e mergulhe fundo, de boca aberta, no doce sabor da meleca geleificada. Serve 30 pessoas. Serve também como cola-tudo.
13 dezembro 2009
08 dezembro 2009
02 dezembro 2009
A voz
29 novembro 2009
25 novembro 2009
Durma-se com um barulho desses
20 novembro 2009
Vai, vai, vai!
Jardim Secreto
"E seus olhos irão dizer / Que ela tem um jardim secreto / Onde tudo que você quer / Onde tudo que você precisa / Sempre estará / A milhões de milhas."
15 novembro 2009
14 novembro 2009
11 novembro 2009
08 novembro 2009
Cumé qui é?

01 novembro 2009
27 outubro 2009
25 outubro 2009
Pilhado
21 outubro 2009
17 outubro 2009
Olim Piadas
16 outubro 2009
15 outubro 2009
Dia do professor
12 outubro 2009
Pequeninos

11 outubro 2009
O nome de Casmurro
Bem, senhores e senhoras, tenho uma revelação a fazer: não me chamo verdadeiramente Casmurro. Este é meu codinome - apelido, por assim dizer. Meu nome é russo, com todas as consoantes que possa ter – e aí é que está a raiz de todo o problema. Esta é uma longa história – vamos tentar resumi-la.
Tudo começa no meu nascimento. Nasci, como toda criança russa, em uma manjedoura, entre pequenos animaizinhos (ratos, baratas, percevejos, besouros e lagartas). Meu nascimento foi marcado por um sinal no céu (na verdade, um sinalizador naval que meu pai, bêbado, disparou), o qual por sua vez atraiu três reis magros (magros mesmo, os coitadinhos eram desnutridos de dar dó).
O segundo trouxe mirra: como ninguém soubesse que catzo era aquilo e para que servia, deram um couro nele e o puseram para correr.
O terceiro trouxe ouro: como todos sabiam o que era aquilo e para que servia, roubaram o coitado, deram um couro nele e o puseram para correr.
Feliz que só ele pelo nascimento do primogênito, meu pai tomou outro porre de vodka Chernobyl – a legítima, produzida a partir da fermentação do lixo nuclear – e resolveu liberar sua criatividade. Decidiu que meu nome seria o mais russo de todos. Que conteria todas – eu digo todas – as consoantes do alfabeto. Isso apenas no primeiro nome. E não só elas – isso era para qualquer um. Especialmente para mim, inventou mais dez consoantes: o tauta, o brilka, o venta, o drakba, o lapzi, o tilto, o gjerlu, o numbko, o crasca e o kutno. E subornou o tabelião para colocar todas elas também no prenome, no nome do meio e no sobrenome, de tal modo que minha certidão de nascimento tem quatro páginas – uma para os nomes dos pais e demais informações e as outras três para o meu nome completo.
Quando ele chegou em casa, todo pimpão, todos perguntaram qual o nome com o qual ele havia me registrado. Ele então encheu o peito e falou o meu nome completo. Ou, pelo menos, tentou, pois na metade do sobrenome caiu desmaiado por falta de ar (até hoje, ninguém conseguiu pronunciar meu nome completo em uma só respiração - existe até uma competição anual nos Urais. Sete infelizes já morreram tentando). Minha mãe desmaiou de desgosto, e eu, na pequenez da minha infância inocente, fiquei paralisado:
Quem sou eu? Qual é meu nome mesmo?
Basicamente, isso durou toda a minha infância – só parou quando, aos dez anos, eu descobri a vodka e as mulheres, e deixei de casmurrices. Mas o apelido ficou, e tem me servido bem por todos esses anos.
Ah, vocês querem que eu escreva meu nome verdadeiro? Pois não.
Pode ler de cima para baixo, de baixo para cima, da esquerda para a direita ou vice e versa – tanto faz. 10 outubro 2009
08 outubro 2009
30 setembro 2009
Curtindo a vida adoidado
27 setembro 2009
26 setembro 2009
Não venham a mim as criancinhas
- 15 litros de vodka suave infantil (apenas 50% de álcool)
20 setembro 2009
Utilidade pública
Ô pessoal, recolhe aquelas duas ali, faz o favor!
16 setembro 2009
Literal


























Não fixe o olhar por muito tempo - pode cegar.