Um agradecimento sincero às 4 ou 5 meia dúzias de almas penadas que vagam por estas mal traçadas páginas. Antes de cortar o bolo, o pedido: que cada um que aqui navega espalhe este infame endereço para os inimigos, os cunhados, os credores, a sogra, e outros seres ainda menos considerados na escala humana. Tudo para que no ano vindouro sejamos, quem sabe, uma dúzia de 10 ou 11 visitantes.
É o que Casmurro espera e confia enquanto sopra a vela virtual, com a firme crença de que esta luz no fim do túnel não seja um trem.
Não apita não, velinha!